Para que eu tropece um dia nas minhas próprias palavras e possa também fazer-lhes justiça.
"Proponho-te um outro verbo: DESCONSTRUIR.
Porque os sonhos não se destroem! Nunca.Seria desumano e impossível.
Os sonhos desconstroem-se para que os percebamos e para que olhemos para dentro deles. A questão é essa! Habituamos-nos a olhar para "o meu sonho", e vê-lo como uma divisa, um poster, uma marca e... uma limitação. E não é isso que queremos!
Desconstrói, pois então! E principalmente, quando chegares ao teu próprio sonho, à sua origem e essência... arrisca-te a ser! Sê o teu próprio sonho!
Verás que acaba por não custar. Porque como tão bem sabes e vives... é muito bom viver! E aquilo a que chamas custar faz parte!
Claro que para isto é preciso coragem, ânimo (anima, em latim, que quer dizer alma ;)) e desprendimento.
Diz-me agora, amigo meu (que ainda tão pouco conheço mas sei!), faltar-te-á algumas destras três forças?
Beijo!"
Para o André. Para mim.
and love is pain/ Love is these blues that I'm singing again, again, again
quarta-feira, novembro 12, 2008
terça-feira, novembro 11, 2008
S. Martinho
Seria mesquinha...?
Seria mázinha...?
Seria picuinhas...?
Seria má-língua...?
Seria abusada...?
Seria injusta...?
Seria conspirativa...?
Seria tonta...?
Seria intransigente...?
Seria infeliz...?
Seria indelicada...?
Seria mentirosa...?
Seria impaciente...?
[Serei perseguida...?]

... se dissesse que quase apostava (e este quase é meramente inútil :)), que nos papelotes de castanhas, existe uma com bicho, numa proporção de 1/6?
Até parece que os imagino todos contentes a pôr em montes separados e a escolherem uma do monte e o resto das boas... =P
Mas não deixei de as comer... e juro que, pela primeira vez, as ouvi estalar!
É como dizem... :)
Que bom o cheiro, o som, as cores e o sabor de Outono!
Seria mázinha...?
Seria picuinhas...?
Seria má-língua...?
Seria abusada...?
Seria injusta...?
Seria conspirativa...?
Seria tonta...?
Seria intransigente...?
Seria infeliz...?
Seria indelicada...?
Seria mentirosa...?
Seria impaciente...?
[Serei perseguida...?]

... se dissesse que quase apostava (e este quase é meramente inútil :)), que nos papelotes de castanhas, existe uma com bicho, numa proporção de 1/6?
Até parece que os imagino todos contentes a pôr em montes separados e a escolherem uma do monte e o resto das boas... =P
Mas não deixei de as comer... e juro que, pela primeira vez, as ouvi estalar!
É como dizem... :)
Que bom o cheiro, o som, as cores e o sabor de Outono!
segunda-feira, novembro 03, 2008
Estória de Amor (uma entre tantas)
Um mimo enviado por uma amiga que apenas acrescentou ao texto "Joaninha, achei a tua cara!" ou "achei que eras tu" :) e não é que achei... ou pelo menos pensei: queria ter escrito isto!
Acompanhem a história amorosa... se forem capazes!
Redacção feita por uma aluna de Letras, que obteve a vitória num concurso interno promovido pelo professor da cadeira de Gramática Portuguesa. Há trinta anos atrás!
"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.
Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.
Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.
Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.
Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.
Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.
Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisto a porta abriu-se repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.
Que loucura, meu Deus!
Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que, as condições eram estas:
Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva."
Fernanda Braga da Cruz
Estarrecida, Margarida! :) Obrigada!
Acompanhem a história amorosa... se forem capazes!
Redacção feita por uma aluna de Letras, que obteve a vitória num concurso interno promovido pelo professor da cadeira de Gramática Portuguesa. Há trinta anos atrás!
"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.
Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.
Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.
Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.
Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.
Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.
Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisto a porta abriu-se repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.
Que loucura, meu Deus!
Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que, as condições eram estas:
Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva."
Fernanda Braga da Cruz
Estarrecida, Margarida! :) Obrigada!
sábado, novembro 01, 2008
sexta-feira, outubro 31, 2008
iNqUiEtAçÃo
(este tema de José Mario Branco está aqui por tantos e vários motivos:
1 - Por só agora conhecer o tema original;
2 - Pelo concerto esgotado, hoje, que já não vou ver com o meu pai;
3 - Por me ter apaixonado pelo tema na boca do JPSimões;
4 - Por me ter apaixonado pela pessoa que me mostrou JPSimões;
5 - Pela pessoa que me inquietou mas que foi a responsável por me ter apresentado aquele que me iria apresentar JPSimões;
6 - Por ter sido um tema que me foi recentemente lembrado;
7 - Por não me lembrar se alguma vez o "publiquei" aqui, mas que na verdade pensei muitas vezes em fazê-lo;
8 - E pela razão óbvia)
A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes
São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas
Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho
Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda
A maior razão será porque na esperança de, com tantas guerras que travei, ainda ir a tempo de fazer as pazes.
Comigo.
1 - Por só agora conhecer o tema original;
2 - Pelo concerto esgotado, hoje, que já não vou ver com o meu pai;
3 - Por me ter apaixonado pelo tema na boca do JPSimões;
4 - Por me ter apaixonado pela pessoa que me mostrou JPSimões;
5 - Pela pessoa que me inquietou mas que foi a responsável por me ter apresentado aquele que me iria apresentar JPSimões;
6 - Por ter sido um tema que me foi recentemente lembrado;
7 - Por não me lembrar se alguma vez o "publiquei" aqui, mas que na verdade pensei muitas vezes em fazê-lo;
8 - E pela razão óbvia)
A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes
São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas
Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho
Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda
A maior razão será porque na esperança de, com tantas guerras que travei, ainda ir a tempo de fazer as pazes.
Comigo.
sábado, outubro 25, 2008
sexta-feira, outubro 24, 2008
"Quando achamos que temos todas as respostas, vem a Vida e muda todas as perguntas"
(Luís Fernando Veríssimo)
É lixado...
É lixado...
domingo, outubro 19, 2008
Postal de Madrid (10 Junho de 2008)
"(no envelope) "Tem a ver contigo, não sei...Joana, é para ti:
A maior empresa do Mundo
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não me esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo
e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se num autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus, a cada manhã, pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter esperança para receber uma crítica, mesmo que seja injusta.
Pedras no caminho?
Guardo-as todas. Um dia vou construir um castelo.
(Fernando Pessoa)
Só agora encontrei o que te queria dizer. É do Fernando Pessoa, tenho pena que não tenha sido eu, mas era mesmo o que te queria dizer.
Beijinho grande, Margarida"
Este postal nasceu de uma mensagem. Como um sorriso que se propaga. A Margarida deu-me um postal lindo com a imagem de Modigliani (Mulher sentada com vestido azul, 1918). Esta franja... :)
Devolvi-lho!
E pedi-lhe que me escrevesse algo. Porque um postal é para escrever e o mais certo era acabar por escrevê-lo a alguém. Assim não. Parou no destino.
Ficou triste quando lhe disse que já conhecia o texto. E porquê, se antes da hora não é ainda hora? Se só agora o ponho aqui?
Pessoa é uma Pessoa e tanto e escreveu-nos belos textos. Ele e os outros quatro!
Mas desta vez, não fui confirmar o original. Porque para mim, interessa este original (que não deixa de ser, só porque eu o conheço! Tantas vezes gostamos de conhecer algo mais sobre um amigo, mesmo quando já o conhecemos e olhámos antes!), manuscrito pela própria Margarida.
Obrigada!
A propósito da empresa. Gosto muito desta palavra. Faz-me logo lembrar os textos que li ao longo da minha formação e que se referiam a grandes coisas da vida. Como neste texto! A busca de perseguir e ser uma grande empresa. É legítimo. É romântico e necessário! É uma empresa.
Quanto às pedras com que quero construir o castelo... são as pedras construtoras dos meus pilares :) as pedras cravadas em mim que me fortalecem! Amigos!
Este quadro pretendo vê-lo ao vivo em Fevereiro :)
segunda-feira, outubro 13, 2008
quinta-feira, outubro 09, 2008
Côxa
A propósito de ter deixado de ser côxa.
A propósito de uma anedota que me faz rir muito (mais pela cumplicidade do que pela piada em si!) e a uma amiga (das grandes! Hoje pequenina!) que faz aniversários! :)
"- Depois levantou-se e andeu!
- Andou, estúpido!
- Andou estúpido durante uns tempos, depois passou-lhe!"
:D
:D
Parabéns, Mari!!
A propósito de uma anedota que me faz rir muito (mais pela cumplicidade do que pela piada em si!) e a uma amiga (das grandes! Hoje pequenina!) que faz aniversários! :)
"- Depois levantou-se e andeu!
- Andou, estúpido!
- Andou estúpido durante uns tempos, depois passou-lhe!"
:D
:D
Parabéns, Mari!!
La ultima noche
Quiero terminar con toda la esperanza que quedó
Hoy voy a arrancar lo que ha quedado en este corazón
Siento que olvidar la última mirada que me dió
puede ahogar por fin el ultimo recuerdo de su voz
Porque he llorado tanto, tanto, tanto que no siento
Mis lágrimas quemándome, ay quemándome en el cuerpo
Ay de mí, que esta maldita luna
borre de mi pecho este dolor
Ay de mí, es la última noche
que voy a sufrir por este amor
Quiero despertar mirando las estrellas otra vez
Hoy van a brillar los cielos que me han visto padecer
Creo que soñar los besos que me ha dado por amor
pueden alcanzar para curar mi pobre corazón
Voy a quedarme solo, solo, solo, solo y vivo
Dejando que se pierda poco a poco en el olvido
Para matarla pronto, pronto,
Para olvidarme todo, todo,
Para quedarme solo, solo y vivo
(Diego Torres)
Hoy voy a arrancar lo que ha quedado en este corazón
Siento que olvidar la última mirada que me dió
puede ahogar por fin el ultimo recuerdo de su voz
Porque he llorado tanto, tanto, tanto que no siento
Mis lágrimas quemándome, ay quemándome en el cuerpo
Ay de mí, que esta maldita luna
borre de mi pecho este dolor
Ay de mí, es la última noche
que voy a sufrir por este amor
Quiero despertar mirando las estrellas otra vez
Hoy van a brillar los cielos que me han visto padecer
Creo que soñar los besos que me ha dado por amor
pueden alcanzar para curar mi pobre corazón
Voy a quedarme solo, solo, solo, solo y vivo
Dejando que se pierda poco a poco en el olvido
Para matarla pronto, pronto,
Para olvidarme todo, todo,
Para quedarme solo, solo y vivo
(Diego Torres)
sábado, outubro 04, 2008
Mestre amigo!
"Devemos aceitar com serenidade as coisas que não podemos modificar, ter coragem para modificar as que podemos e sabedoria para perceber a diferença."(S. Francisco de Assis)
Beijo a todos os franciscanos que conheço e que estimo, que me têm ensinado com o exemplo, simpatia, afabilidade e sorriso disponível. Em especial: Paulo, Bernardo, Quintã, Bruno, Silvestre, Moisés, Nicolás (e tantos outros).
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