Oooo no
Here comes that sun again
That means another day without you my friend
And it hurts me to look into the mirror at myself
And it hurts even more to have to be with somebody else
And it's so hard to do
And so easy to say
But sometimes
Sometimes
You just have to walk away
Walk away
So many people to love in my life
Why do i worry about one
But you put the happy in my ness
You put the good times into my fun
And it's so hard to do
And so easy to say
Sometimes
Sometimes
You just have to walk away
Walk away
And head for the door
We've tried the goodbyes
So many days
We walk in the same direction
So that we could never stray
They say if you love somebody
Then you have got to set them free
But i would rather be locked to you than live in this pain and misery
They say that time, will make all this go away
But it's time that has taken my tomorrows and turned them into yesterday
And once again that rising sun is a droppin' on down
And once again you my friend are no where to be found
And its so hard to do, and so easy to say
But sometimes
Sometimes
You just have to walk away
Walk away
And head for the door
You just walk away
Walk away
Walk away.....
Just walk on
Walk on
Turn and head for the door....
Walk away
Ben Harper, Walk away
oiçam mais vezes que eu, se conseguirem...
:(
and love is pain/ Love is these blues that I'm singing again, again, again
quarta-feira, janeiro 13, 2010
sábado, setembro 05, 2009
If God Will Send His Angels
Este rascunho estava há muito por aqui... Faltava a imagem.
Gosto muito de vocês! Obrigada por este anjo e pelas lições de Amor e Paciência.
U2 Video aqui.
Gosto muito de vocês! Obrigada por este anjo e pelas lições de Amor e Paciência.U2 Video aqui.
quarta-feira, julho 01, 2009
Um castelo
(a mim,
Sou um castelo!
Foi construído devagar, de forma pensada, para proteger os maiores tesouros (amigos, sonhos e risadas) e as pessoas que cá estão dentro (e ainda bem que são muitas!). Houve momentos em que algumas pedras caíram e fizeram vítimas, outros dias em que se construíram de uma assentada paredes inteiras.
Tenho uma torre de vigia que representa a cautela e a ponderação. Mas também a mesma torre da princesa que contém os sonhos e a coragem de alguém que quer é ser o cavaleiro!
Também os castelos têm caminho, também eles fazem parte da história sem se angustiarem. Represento batalhas mas também represento a força. Represento a luta, mas também contenho todo o Amor dos que por mim passam.
Partilho convosco algumas das 27 coisas de que mais gosto:
1- Tu
2- Eu
3- Sobrinhos
4- Livros
5- Passear
6- Beijinhos na boca
7- Banhos de mar
8- Sol a rasgar
9- Musica
10- Amélie Poulain
11- Grávidas e os piolhos que trazem dentro
12- Que me ensinem
13- Desafios
14- Dançar
15- Cafoné
16- De ser arrebatada
17- De ficar desarmada
18- De pisar erva com os pés descalços
19- De bancadas de frutas e legumes
20- De mercados
21- De surpresas
22- De me espantar
23- De rezar
24- De andar de mão dada
25- Crepes com amigas
26- De mergulhar bem fundo
27- E de começar de novo!
em celebração dos 27)
Sou um castelo!
Um castelo com muitas ameias que convidam a espreitar ou apenas a sentar para olhar a paisagem.
Tem uma porta escancarada para quem vier por bem e um alçapão sem fundo para guardar o que de pior tenho e só trazer para fora quando quero afastar monstros feios =)
As pedras que parecem frias e parecem obstáculos escondem sonhos, cor e surpresas no interior. De dentro ouve-se a música das festas medievais e espero um dia ser visitado como um monumento de belas histórias e boas lembranças.
Foi construído devagar, de forma pensada, para proteger os maiores tesouros (amigos, sonhos e risadas) e as pessoas que cá estão dentro (e ainda bem que são muitas!). Houve momentos em que algumas pedras caíram e fizeram vítimas, outros dias em que se construíram de uma assentada paredes inteiras.
Tenho uma torre de vigia que representa a cautela e a ponderação. Mas também a mesma torre da princesa que contém os sonhos e a coragem de alguém que quer é ser o cavaleiro!
Também os castelos têm caminho, também eles fazem parte da história sem se angustiarem. Represento batalhas mas também represento a força. Represento a luta, mas também contenho todo o Amor dos que por mim passam.
Partilho convosco algumas das 27 coisas de que mais gosto:
1- Tu
2- Eu
3- Sobrinhos
4- Livros
5- Passear
6- Beijinhos na boca
7- Banhos de mar
8- Sol a rasgar
9- Musica
10- Amélie Poulain
11- Grávidas e os piolhos que trazem dentro
12- Que me ensinem
13- Desafios
14- Dançar
15- Cafoné
16- De ser arrebatada
17- De ficar desarmada
18- De pisar erva com os pés descalços
19- De bancadas de frutas e legumes
20- De mercados
21- De surpresas
22- De me espantar
23- De rezar
24- De andar de mão dada
25- Crepes com amigas
26- De mergulhar bem fundo
27- E de começar de novo!
segunda-feira, junho 22, 2009
Orwell
quinta-feira, junho 11, 2009
"Sempre chegaremos ao lugar onde nos esperam..."
Não tenho a certeza, mas creio ter lido isto à entrada de um livro de Saramago...
A mim, reconfortou-me.
A mim, reconfortou-me.
sexta-feira, junho 05, 2009
domingo, maio 31, 2009
Andei (re)Sumida
sexta-feira, maio 29, 2009
quarta-feira, novembro 12, 2008
dEsCoNsTrUiR sOnHoS
Para que eu tropece um dia nas minhas próprias palavras e possa também fazer-lhes justiça.
"Proponho-te um outro verbo: DESCONSTRUIR.
Porque os sonhos não se destroem! Nunca.Seria desumano e impossível.
Os sonhos desconstroem-se para que os percebamos e para que olhemos para dentro deles. A questão é essa! Habituamos-nos a olhar para "o meu sonho", e vê-lo como uma divisa, um poster, uma marca e... uma limitação. E não é isso que queremos!
Desconstrói, pois então! E principalmente, quando chegares ao teu próprio sonho, à sua origem e essência... arrisca-te a ser! Sê o teu próprio sonho!
Verás que acaba por não custar. Porque como tão bem sabes e vives... é muito bom viver! E aquilo a que chamas custar faz parte!
Claro que para isto é preciso coragem, ânimo (anima, em latim, que quer dizer alma ;)) e desprendimento.
Diz-me agora, amigo meu (que ainda tão pouco conheço mas sei!), faltar-te-á algumas destras três forças?
Beijo!"
Para o André. Para mim.
"Proponho-te um outro verbo: DESCONSTRUIR.
Porque os sonhos não se destroem! Nunca.Seria desumano e impossível.
Os sonhos desconstroem-se para que os percebamos e para que olhemos para dentro deles. A questão é essa! Habituamos-nos a olhar para "o meu sonho", e vê-lo como uma divisa, um poster, uma marca e... uma limitação. E não é isso que queremos!
Desconstrói, pois então! E principalmente, quando chegares ao teu próprio sonho, à sua origem e essência... arrisca-te a ser! Sê o teu próprio sonho!
Verás que acaba por não custar. Porque como tão bem sabes e vives... é muito bom viver! E aquilo a que chamas custar faz parte!
Claro que para isto é preciso coragem, ânimo (anima, em latim, que quer dizer alma ;)) e desprendimento.
Diz-me agora, amigo meu (que ainda tão pouco conheço mas sei!), faltar-te-á algumas destras três forças?
Beijo!"
Para o André. Para mim.
terça-feira, novembro 11, 2008
S. Martinho
Seria mesquinha...?
Seria mázinha...?
Seria picuinhas...?
Seria má-língua...?
Seria abusada...?
Seria injusta...?
Seria conspirativa...?
Seria tonta...?
Seria intransigente...?
Seria infeliz...?
Seria indelicada...?
Seria mentirosa...?
Seria impaciente...?
[Serei perseguida...?]

... se dissesse que quase apostava (e este quase é meramente inútil :)), que nos papelotes de castanhas, existe uma com bicho, numa proporção de 1/6?
Até parece que os imagino todos contentes a pôr em montes separados e a escolherem uma do monte e o resto das boas... =P
Mas não deixei de as comer... e juro que, pela primeira vez, as ouvi estalar!
É como dizem... :)
Que bom o cheiro, o som, as cores e o sabor de Outono!
Seria mázinha...?
Seria picuinhas...?
Seria má-língua...?
Seria abusada...?
Seria injusta...?
Seria conspirativa...?
Seria tonta...?
Seria intransigente...?
Seria infeliz...?
Seria indelicada...?
Seria mentirosa...?
Seria impaciente...?
[Serei perseguida...?]

... se dissesse que quase apostava (e este quase é meramente inútil :)), que nos papelotes de castanhas, existe uma com bicho, numa proporção de 1/6?
Até parece que os imagino todos contentes a pôr em montes separados e a escolherem uma do monte e o resto das boas... =P
Mas não deixei de as comer... e juro que, pela primeira vez, as ouvi estalar!
É como dizem... :)
Que bom o cheiro, o som, as cores e o sabor de Outono!
segunda-feira, novembro 03, 2008
Estória de Amor (uma entre tantas)
Um mimo enviado por uma amiga que apenas acrescentou ao texto "Joaninha, achei a tua cara!" ou "achei que eras tu" :) e não é que achei... ou pelo menos pensei: queria ter escrito isto!
Acompanhem a história amorosa... se forem capazes!
Redacção feita por uma aluna de Letras, que obteve a vitória num concurso interno promovido pelo professor da cadeira de Gramática Portuguesa. Há trinta anos atrás!
"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.
Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.
Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.
Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.
Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.
Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.
Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisto a porta abriu-se repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.
Que loucura, meu Deus!
Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que, as condições eram estas:
Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva."
Fernanda Braga da Cruz
Estarrecida, Margarida! :) Obrigada!
Acompanhem a história amorosa... se forem capazes!
Redacção feita por uma aluna de Letras, que obteve a vitória num concurso interno promovido pelo professor da cadeira de Gramática Portuguesa. Há trinta anos atrás!
"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.
Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.
Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.
Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.
Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.
Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.
Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisto a porta abriu-se repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.
Que loucura, meu Deus!
Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que, as condições eram estas:
Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva."
Fernanda Braga da Cruz
Estarrecida, Margarida! :) Obrigada!
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